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  • Foto do escritorFundação Beneficente Lucas Araújo

Pe. Paulo Farina completa 60 anos de sacerdócio


Superintendente da Fundação Lucas Araújo completou 88 anos de vida em junho e celebrou 60 anos de Entidade


O sacerdócio é considerado vocação. Termo derivado do verbo “vocare”, no latim, significa ‘chamar’ e está relacionado a um talento, uma aptidão natural para executar algo que vai fazer bem. Essa expressão caminha lado a lado com o trabalho desenvolvido pelo superintende emérito da Fundação Beneficente Lucas Araújo, Pe. Paulo Augusto Farina. Em junho, o sacerdote completou 88 anos de vida, em dezembro do ano passado, foram 60 de sacerdócio, e em janeiro de 2017, 60 anos dedicados à Entidade.


O religioso que hoje empresta o nome para o Lar da Menina, chegou a Passo Fundo aos 26 anos, recém-ordenado. Dos tempos que antecederam a decisão pela vocação, ele recorda que acompanhava os trabalhos realizados pelos padres na comunidade que nasceu e que viu, daquelas ações, nascer o seu chamado.


Vindo de Veranópolis, logo ele recebeu o desafio de estar à frente de uma entidade de caridade, que atenderia, com o passar do tempo, as mais variadas idades. Ao longo de 60 anos trabalhando pela Fundação, suas maiores recordações estão nas histórias de vidas que cruzaram o seu caminho. Histórias de superação, de encontros e desencontros. Vidas que chegaram pequenas e indefesas e que saíram adultas e determinadas.


Para ele, mais do que uma responsabilidade, dirigir a Entidade foi uma benção. “Falar sobre os meus 88 anos de vida e os meus 55 à frente da Fundação, juntamente com os 60 de sacerdócio é muito emocionante. Primeiro agradeço a Deus pela vida. Segundo, agradeço pela minha vocação e pela oportunidade de ter estado junto à Fundação nesse tempo todo. Foram muitas histórias, muitas vidas que passaram pela Entidade nesse tempo e também muito aprendizado. Hoje, agradeço tudo isso e também a vinda do Luiz que deu sequência ao meu trabalho e tem feito muito pela Entidade”, destacou. Dos 60 anos de Fundação, 55 foram como dirigente. Desde 2013 ele se tornou emérito, deixando a direção, continuando como dirigente espiritual das crianças, meninas e idosos da entidade.


Segundo o diretor da Fundação, Luiz Costella, dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Pe. Paulo na Fundação traz à tona dois sentimentos bem importantes. “O primeiro deles é de muita satisfação e alegria, porque é fazer parte de um trabalho que ajuda milhares de pessoas, desde o grupo de atendidos pela entidade e seus familiares, como também os funcionários. A Fundação gera mais de uma centena de empregos diretos que ajuda muitas famílias. A outro sentimento é de muita responsabilidade, pois é um trabalho exigente, e colocar-se como continuador de uma pessoa que fez isso muito bem por muitos anos, torna-se um grande desafio. Espero poder dar conta de tamanha responsabilidade. Padre Paulo merece reconhecimento e gratidão por sua humildade, generosidade e doação”, disse.


Carinho correspondido


Seja por quem já passou pela Fundação ou por quem ainda está, o carinho pelo sacerdote é unânime. Quando ele chega para as tradicionais missas de quarta-feira, as crianças já sabem que é hora de rezar, de refletir e de conversar.


Para Daieli Almeida da Silva, de 11 anos, Pe. Paulo é um amigo. “Ele é querido, gentil. Conversa com a gente. É nosso amigo”, disse. O sentimento é compartilhado pela colega Isadora Thalheimer dos Santos, que vê no sacerdote uma pessoa do bem. “Ele reza pelas pessoas, ele faz a gente rezar e pensar no bem. Ele é querido e é bom participar das missas com ele”, ressaltou a pequena de 9 anos.



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